Do Caos ao Sentido: Büchner, Rosa e o sistema de dominação que não precisa de correntes

1.  Woyzeck e o primeiro escravo moderno

Em 1837, Georg Büchner escreveu um drama que deixou inacabado e que só seria publicado postumamente — e que a história literária levaria décadas para reconhecer como o texto que havia inaugurado algo que nenhum drama anterior havia ousado fazer.

Woyzeck coloca no centro da tragédia um soldado pobre. Não um herói. Não um rei. Não um aristocrata cujo destino importa pela grandeza do cargo. Um homem comum, explorado por seus superiores, usado como objeto de experimentos médicos por um capitão e um doutor que o tratam como dado, não como ser. Um homem que ama e é traído. Um homem que fragmenta — lentamente, visivelmente, cena a cena — até que não resta coesão interna suficiente para sustentar a identidade.

Woyzeck mata a mulher que o traiu. E a pergunta que o drama instala — e que Büchner não respondeu porque não teve tempo, porque morreu aos vinte e três anos antes de terminar o texto — não é se Woyzeck é culpado. É o que o sistema que o havia fragmentado fez com ele antes de ele fazer o que fez.

Marx formularia a alienação como conceito sete anos depois, em 1844. A separação do trabalhador do produto de seu trabalho, de seu processo de trabalho, de seus semelhantes, de

sua própria natureza humana. O ser que o sistema econômico transforma em engrenagem — presente fisicamente, ausente como sujeito.

Büchner havia encenado isso antes de Marx ter as palavras. A ficção chegou primeiro — como havia chegado primeiro com Hamlet e a angústia, com Wells e a maleabilidade do tempo. A forma literária antecipou o conceito porque chegou ao que estava lá pela via da experiência antes que o pensamento tivesse as ferramentas para nomeá-lo.

2.  A linha histórica da dominação que evolui

A trajetória do sistema de dominação ao longo dos últimos dois séculos é a trajetória da progressiva internalização do controle — da corrente física à corrente que o dominado carrega voluntariamente, sem perceber que carrega.

A escravidão formal — correntes físicas, propriedade legal de seres humanos — era o sistema mais transparente e, paradoxalmente, o mais frágil. Era visível. Podia ser nomeado. Precisava de força física para ser mantido. E quando Frederick Douglass aprendeu a ler e reconheceu a construção por trás do que havia sido apresentado como ordem natural, o sistema começou a rachar — não imediatamente, não sozinho, mas o reconhecimento foi o primeiro passo necessário.

A alienação industrial que Büchner encenava em Woyzeck e Marx formalizava em conceito era um passo adiante na sofisticação: o trabalhador não era propriedade legal, mas era mantido na engrenagem pela necessidade econômica. A corrente não era de ferro — era de salário. Mas ainda era externamente visível. Ainda havia um explorador identificável, uma estrutura analisável, uma relação de força que podia ser nomeada e resistida.

O século XX adicionou camadas. A indústria cultural que Adorno e Horkheimer analisaram em Dialética do Esclarecimento (1944) — a cultura de massa como instrumento de padronização do desejo, de domesticação da capacidade crítica, de produção de consumidores que confundem a oferta disponível com a totalidade do possível. A corrente não era mais de ferro nem de salário — era de entretenimento. Mas ainda havia produtores e consumidores, ainda havia uma distinção entre quem controlava o sistema e quem era controlado por ele.

O algoritmo dissolveu essa distinção última. E com ela, criou o sistema de dominação mais eficiente da história.

3.  Hartmut Rosa e a ressonância destruída

Hartmut Rosa publicou Aceleração em 2010 e Ressonância em 2016 — e o que descreveu nesses dois livros é o mecanismo pelo qual o sistema contemporâneo opera sem precisar de correntes visíveis.

A aceleração social, para Rosa, não é apenas velocidade — é a destruição sistemática da capacidade de ressonância. Ressonância é o estado em que algo no mundo toca algo em nós e nos transforma. Não é emoção superficial — é o encontro real entre o ser e o que está fora do ser, um encontro que deixa rastro, que modifica algo que não pode ser simplesmente desfeito.

A leitura profunda é um dos instrumentos mais poderosos de ressonância disponíveis. O livro que atravessa o leitor não o atravessa porque é eficiente — porque o leitor estava presente o tempo suficiente para que o encontro acontecesse. A ressonância exige tempo, atenção sustentada, disposição de deixar algo agir sobre si antes de passar para o próximo estímulo.

A aceleração social destroça precisamente isso. Não proíbe a leitura — torna a atenção sustentada necessária para a leitura profunda cada vez mais difícil de sustentar. O leitor que verifica o celular a cada três minutos não é incapaz de ler — está condicionado a um modo de atenção que a leitura profunda não consegue competir.

Rosa chamou isso de disponibilidade muda: o estado de estar exposto a estímulos infinitos sem que nenhum deles produza ressonância real. É o oposto da alienação de Marx — não a separação do ser do produto do seu trabalho, mas a saturação do ser por estímulos que não tocam, que não transformam, que passam sem deixar rastro.

O usuário que consome dez horas de conteúdo por dia e não consegue lembrar o que consumiu ontem não está conectado — está em disponibilidade muda. Presente fisicamente, ausente como sujeito que ressoa. Woyzeck digital.

4.  O algoritmo como sistema de iniquidade

O sistema de dominação que o algoritmo representa não tem precedente histórico em termos de alcance e sofisticação — e sua característica mais extraordinária é que não discrimina.

A escravidão formal discriminava por raça. A exploração industrial discriminava por classe. A indústria cultural discriminava por acesso — quem podia consumir o que. O algoritmo não discrimina. Opera sobre qualquer ser humano que tenha um dispositivo conectado, independentemente de cor, sexo, classe social, nível de educação ou localização geográfica.

O CEO da empresa de tecnologia verifica o celular quarenta vezes por dia. O intelectual que escreve sobre os perigos das redes sociais posta o artigo no Twitter e verifica as notificações compulsivamente. O pai que proíbe o filho de usar TikTok documenta a proibição no Instagram. O monge budista que prega o desapego digital tem canal no YouTube.

A servidão é universal — com graus diferentes de consciência sobre ela. E essa universalidade é o que torna o sistema mais eficiente do que qualquer predecessor: não há grupo externo a ser culpado, não há explorador identificável separado dos explorados, não há maçã dourada para ser jogada entre grupos sociais. O sistema é o ar que todos respiram.

Byung-Chul Han descreveu o mecanismo central em A Sociedade do Cansaço (2010): o sistema contemporâneo não precisa de um dominador externo que imponha a servidão. Faz o dominado querer ser dominado — convencendo-o de que a servidão é liberdade, de que a exploração voluntária é realização, de que a entrega de atenção, dados e tempo é conexão e pertencimento.

O escravo de Douglass sabia que era escravo. O trabalhador alienado de Woyzeck sentia a fragmentação. O usuário médio da internet acredita que está se expressando, se conectando, se informando — enquanto o algoritmo otimiza sua atenção para o benefício de quem controla o sistema.

5.  Os sete andares da descida

Existe uma estrutura que a tradição literária e religiosa usou repetidamente para descrever a progressão da dominação — e que Espelhos que se deslocam, em pré-lançamento, reencena em contexto contemporâneo: a descida pelos andares de um sistema que começa com fraquezas humanas reconhecíveis e culmina numa entidade que as organiza e as amplifica.

Os sete pecados capitais não são falhas morais individuais — são os mecanismos pelos quais qualquer sistema de dominação opera. A soberba que faz o dominado acreditar que sua servidão é escolha. A avareza que o mantém perseguindo o que o sistema define como valor. A luxúria que captura a atenção pelo desejo que o sistema produz artificialmente. A preguiça que Rosa chama de disponibilidade muda — o cansaço que não vem do esforço mas da saturação. A gula de conteúdo que nunca sacia. A inveja que o algoritmo otimiza para manter o usuário comparando, consumindo, insatisfeito. A ira que o sistema de iniquidades usa como combustível para o engajamento.

Cada pecado é um mecanismo. Cada mecanismo é um andar. E no topo da estrutura — onde os mecanismos convergem e são coordenados — está o que Babandjin encontra no final de

sua trajetória: não um demônio sobrenatural, mas a lógica sistêmica que organiza as fraquezas humanas em instrumento de dominação.

O sistema de iniquidades que o livro descreve não é metáfora religiosa. É a descrição mais precisa disponível do que o algoritmo faz: identifica as fraquezas de cada usuário específico, otimiza a apresentação de estímulos para ativar essas fraquezas, e colhe a atenção que a ativação produz. É personalizado, é contínuo, e é invisível para quem está dentro dele.

6.  A literatura como o único instrumento que exige o oposto

Existe uma ironia que raramente é articulada com a precisão que merece: a literatura — especificamente a literatura que exige atenção sustentada, que não entrega o sentido na primeira passagem, que instala a partícula de indução e aguarda que o leitor a ative — é estruturalmente incompatível com o modo de atenção que o algoritmo produz.

Não é incompatibilidade acidental. É estrutural. O algoritmo otimiza para engajamento imediato — o estímulo que prende a atenção nos primeiros segundos ou é descartado. A literatura que funciona pelo mecanismo da alusão exige o oposto: tempo suficiente para que o que foi depositado ressoe, para que as lacunas sejam preenchidas, para que o encontro entre o texto e o leitor produza a transformação que nenhum texto pode depositar diretamente.

A atenção fragmentada que o algoritmo produz e a atenção sustentada que a literatura exige são mutuamente excludentes no tempo em que operam. O leitor que verifica o celular a cada três minutos não está lendo — está simulando leitura. O texto passa pelos olhos sem produzir ressonância, sem ativar o que estava lá para ser ativado, sem deixar o rastro que a leitura real deixa.

Candido havia argumentado que a literatura é um direito — e que negar esse direito é violência. O que o algoritmo faz é mais sutil e mais eficiente do que a negação direta: não proíbe a literatura, não queima livros, não interdita o acesso. Apenas condiciona a atenção de forma que a leitura profunda se torna progressivamente impossível na prática — para quem não resiste ativamente ao condicionamento.

A literatura como libertadora, nesse contexto, não é metáfora. É o instrumento que exige precisamente o que o sistema de dominação destroça. Ler com atenção sustentada é um ato de resistência — não política, não ideológica, mas ontológica. É a recusa de deixar que a capacidade de ressonância seja destruída pelo condicionamento da disponibilidade muda.

7.  O estúpido como alvo e a estupidez como escolha

Há uma distinção que este artigo precisaria fazer com honestidade — e que raramente é feita porque parece cruel: existe diferença entre a estupidez como limitação e a estupidez como escolha.

A limitação cognitiva é uma condição — não é escolha, não é responsabilidade, não é alvo moral. O ser humano que não tem acesso às ferramentas que permitiriam desenvolver a capacidade crítica não escolheu não tê-la.

A estupidez como escolha é outra coisa. É o ser que tem acesso às ferramentas e recusa usá-las — que prefere a disponibilidade muda ao encontro real, que escolhe o estímulo imediato sobre a ressonância que o tempo e a atenção produziriam, que rejeita o desconforto da leitura que desafia em favor do conforto do conteúdo que confirma.

Essa distinção importa porque o sistema de dominação opera de forma diferente sobre cada um dos dois grupos. O primeiro grupo — privado das ferramentas — é dominado pela privação. A resposta é o acesso: a literatura como direito que Candido formulou.

O segundo grupo — que tem acesso e recusa — é dominado pelo condicionamento que o algoritmo produziu. A resposta é mais complexa: não basta oferecer o acesso, porque o acesso existe e é recusado. É necessário algo que o sistema de dominação não pode oferecer — porque oferecê-lo destruiria o sistema: a demonstração de que existe algo além da disponibilidade muda. Que a ressonância é possível. Que o encontro real com um texto — ou com uma pessoa, ou com uma ideia — produz algo que nenhum algoritmo consegue simular.

Essa demonstração é o que a literatura faz. Não pela instrução — pela experiência. O leitor que experimentou ressonância real numa leitura sabe que existe algo que o feed não oferece. E esse saber — uma vez adquirido — não pode ser completamente desfeito pelo condicionamento posterior.

8.  A pergunta que Tchekhov deixaria em aberto

Anton Tchekhov sabia que as perguntas mais importantes não têm resposta no conto — têm ressonância. O final que não resolve, que mantém a tensão em aberto, que instala algo no leitor que continua depois que o texto terminou: esse é o final que transforma.

A pergunta que este artigo instala — e que não responde, porque não pode — é a mesma que Büchner instalou em Woyzeck sem terminar o drama: o sistema que fragmenta o ser até que não reste coesão suficiente para sustentar a identidade — esse sistema tem fim? Ou apenas

muda de forma, de corrente de ferro para corrente de salário para corrente de entretenimento para corrente de algoritmo?

E a pergunta mais específica, que aponta para o que está acontecendo agora: quem são os novos escravos? A resposta que o sistema prefere que não seja feita é que todos são — com graus diferentes de consciência sobre a servidão. O executivo que passa as férias verificando e-mails. O adolescente que não consegue sustentar atenção por mais de noventa segundos. O intelectual que publica sobre a tirania do algoritmo e verifica compulsivamente as métricas da publicação.

A diferença entre os que usam a internet e os que são usados por ela não é de acesso — é de consciência sobre o mecanismo. E consciência sobre o mecanismo é exatamente o que a literatura — lida com atenção sustentada, encontrada com presença real — pode produzir. Não como instrução. Como demonstração de que existe outra forma de habitar o tempo e a atenção que não a disponibilidade muda.

O charuto não aceso de Lasker desconcerta mais do que o charuto aceso. A pergunta que este artigo deixa em aberto desconcerta mais do que qualquer resposta que pudesse oferecer.

9.  *Espelhos que se deslocam* e a trajetória que o leitor reconhece

Espelhos que se deslocam, em pré-lançamento, é construído sobre uma trajetória que o leitor que chegou até aqui já reconhece: a descida pelos andares de um sistema que usa as fraquezas humanas como instrumento de dominação, e a busca de quem consegue ver o mecanismo enquanto os outros são operados por ele.

Babandjin não é herói porque seja superior. É protagonista porque reconhece o que os outros não reconhecem — o mecanismo que governa o que parece ser livre escolha. Cada encontro no livro é um andar: um ser capturado por uma das formas que o sistema usa para manter os seus no sistema. E Babandjin, que viu o suficiente para reconhecer os padrões, age onde os outros reagem — não porque tenha mais força, mas porque tem mais consciência sobre o que está operando.

Essa consciência é o que a leitura do livro pretende ativar no leitor — não como instrução sobre o sistema, mas como demonstração de que o reconhecimento é possível. Que existe uma diferença entre ser operado pelo mecanismo e perceber o mecanismo operando. E que essa diferença — que parece apenas cognitiva — é o que determina se alguém é agente ou engrenagem.

O leitor que chega ao final do livro com essa consciência ativada não recebeu um manual de resistência. Recebeu a demonstração de que a resistência é possível — e que começa precisamente onde o sistema de dominação contemporâneo opera com maior eficiência: na atenção. Na disposição de sustentar o encontro com algo real por tempo suficiente para que produza ressonância.

10.  Considerações finais: a corrente que você carrega no bolso

Woyzeck foi fragmentado por um sistema que o tratava como dado. Frederick Douglass foi acorrentado por um sistema que o tratava como propriedade. O trabalhador industrial de Marx foi alienado por um sistema que o tratava como engrenagem.

O usuário contemporâneo é capturado por um sistema que o trata como fonte de atenção — o recurso mais valioso da economia digital. E a captura é mais eficiente do que qualquer predecessor porque é voluntária, personalizada e invisível. O usuário não sente as correntes porque as correntes são feitas do que ele deseja. O algoritmo não impõe — oferece exatamente o que cada ser específico é mais provável de não conseguir resistir.

Büchner viu isso em 1837 antes de ter as palavras. Rosa nomeou o mecanismo em 2010. O algoritmo implementou em escala global o que Woyzeck havia encenado num teatro alemão do século XIX: a fragmentação do ser pelo sistema que o usa.

A literatura não resolve isso. Não tem esse poder — e seria desonesto afirmar que tem. O que a literatura faz é criar as condições para que o leitor reconheça o mecanismo. E o reconhecimento — como Douglass demonstrou, como Büchner encenava, como Rosa descreve como o primeiro passo para sair da disponibilidade muda — é o único ponto de partida possível para qualquer coisa diferente.

A corrente está no bolso. Você a carrega voluntariamente. A pergunta que este artigo deixa em aberto — à maneira de Tchekhov, sem resolução, com o charuto não aceso — é se você sabe que carrega.

Referências citadas

ADORNO, Theodor W.; HORKHEIMER, Max. Dialética do esclarecimento. Tradução: Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Zahar, 1985. Título original: Dialektik der Aufklärung (1944).

BÜCHNER, Georg. Woyzeck. Tradução: Marcos Renaux. São Paulo: Hedra, 2011. Título original: Woyzeck (1837, publicado postumamente).

CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1995.

GUERREIRO FILHO, Paulo Mendes. Outras teses sobre o conto. Trabalho de conclusão de curso. Curso de Escrita Criativa, PUCRS, 2021.

GUERREIRO FILHO, Paulo Mendes. Espelhos que se deslocam. Inédito, 2026.

HAN, Byung-Chul. A sociedade do cansaço. Tradução: Enio Paulo Giachini. Petrópolis: Vozes, 2015. Título original: Müdigkeitsgesellschaft (2010).

ROSA, Hartmut. Aceleração: a transformação das estruturas temporais na modernidade. Tradução: Rafael Huapaya; Rodinei Nascimento. São Paulo: Unesp, 2019. Título original: Beschleunigung (2005).

ROSA, Hartmut. Ressonância: uma sociologia da relação com o mundo. Tradução: Alexandre Andrade. São Paulo: Unesp, 2019. Título original: Resonanz (2016).

Paulo Guerreiro Filho é escritor, advogado e autor de Espelhos que se deslocam, em pré-lançamento. Vencedor do Prêmio Nacional FOED de Literatura (ALACS, 2020) e do Concurso Literário Motus #6 (UNIPAMPA, 2022), entre outros. Escreve sobre teoria e prática da escrita criativa em* reescrevendorealidade.com.

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PauloGuerreiroFilho

Nascido em em Porto Alegre/RS, sou Advogado, Empresário e Escritor graduado em Escrita Criativa pela PUCRS. Como Escritor, participei e fui reconhecido em diversos concursos literários pelo Brasil. Em 2020, fui vencedor do Prêmio Nacional FOED de Literatura/ALACS, na categoria Contos Nacional; menção Honrosa FCFI/PR/Concurso Internacional/categoria Contos; Finalista do Concurso Nacional de Literatura pela AMHA, na categoria Crônicas. Em 2021, fui Finalista do Concurso Nacional de Literatura Vida de Escritor, na categoria Contos. Em 2022, fui finalista na categoria Contos Nacional do Concurso de Literatura Vip; vencedor na categoria Contos Nacional do Concurso de Literatura Motus #6, promovido pela UNIPAMPA; e autor selecionado pela Web/tv. Em 2023, 2024 e 2025, passei alinhavando meu primeiro livro solo e construindo meu perfil profissional de escritor.

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