Aristóteles disse que imitamos a natureza. Mas e se a própria natureza — e agora a máquina — já estiver imitando a nós? Um ensaio sobre Platão, Borges e o erro que atravessa a humanidade.
“Reescrevendo a Realidade” nasceu da convicção de que as palavras transformam quem as lê. Escrevo para provocar pensamento, não para confirmar o que você já sabia.
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Aquiles nunca existiu. Mas você chorou por ele mesmo assim. Um ensaio sobre por que a ficção é a forma mais antiga de memória compartilhada.
Uma professora de humanidades ficou sem palavras diante de uma sala de aula. O que aconteceu depois explica por que ler bem virou um ato de resistência.
A maçã de Newton é a história mais mal contada da ciência. A verdadeira história do insight é mais estranha — e mais útil pra quem escreve.
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Estudos de caso reais de quem abandonou o sistema editorial tradicional — e o que dá para replicar do caminho deles, sem repetir os erros.
Escrever um bom livro não é suficiente. Um guia sobre a diferença entre quem compra uma vez e quem espera seu próximo lançamento.
Seu direito autoral já existe desde que você escreveu a última palavra — mas sem o registro!?
O romance em construção — acompanhe os capítulos e ensaios que o cercam
Coordenadas geográficas reais num conto de ficção. Um ensaio sobre o momento em que a literatura para de representar a realidade e passa a apontar para ela.
Eva comeu o fruto. Pandora abriu a caixa. Nenhum mito terminou a história. Um conto que devolve à mulher o final que o Gênesis nunca escreveu.
A história nasceu de uma agressão real ao Black Sabbath — e vira uma investigação sobre herança e o que ainda não sabemos sobre nós mesmos.
Se a arte imita a vida e a vida já imita a máquina, o que resta de original no gesto de escrever? Se você atua com teoria literária, mercado editorial ou escrita autoral, some sua leitura a esta discussão.
“O risco de um livro que opera em três frequências ao mesmo tempo é que a maioria dos leitores só capta uma. Reli ‘Rosas não são para comer’ duas vezes antes de perceber que Gondita carregava a etimologia inteira — e ainda não tenho certeza se peguei tudo.”
Mestranda em Teoria Literária
“A contenção em ‘Cama de gato’ quase me fez perder o momento em que a gata morre — voltei duas páginas pra confirmar o que tinha acabado de ler. Só depois entendi que a distância era proposital, não descuido.”
Leitor do blog há dois anos
“Não sou religioso, e estranhei o quanto de teologia cristã sustenta ‘A mensagem e o mensageiro’. Mas as coordenadas reais escondidas no texto me pegaram de um jeito que nenhuma referência bíblica sozinha teria conseguido.”
Crítica amadora, sem formação acadêmica
Ensaios, crítica literária, ofício de escrever: Paulo Guerreiro Filho.
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