A Mimese da Mimese e o Funcionamento Equivocado da Humanidade

Num conto, há uma flor. Ela não tem rosto, não tem voz, não tem gesto. Está ali porque a narrativa a colocou ali — e porque aquilo que ela carrega não poderia ser colocado de outra forma. Quando um agente de crítica literária recomendou que o personagem ao qual essa flor se refere ganhasse corpo […]

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